Entre 27 de fevereiro e 1º de março, competição reúne cavaleiros e amazonas e impulsiona a temporada oficial da modalidade
Tradição, técnica e alto desempenho marcam a abertura do calendário do hipismo no Distrito Federal. Entre os dias 27 de fevereiro e 1º de março, a Sociedade Hípica de Brasília sedia a CNS Copa de Verão, competição que reúne atletas em provas de 60cm a 1,40m e dá início à temporada oficial da modalidade em Brasília.
Reconhecido como um dos principais pólos do hipismo no país, o Distrito Federal se destaca pela estrutura, tradição e alto nível técnico. Ao lado de estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, o DF figura entre os maiores centros da modalidade no Brasil, contando com clubes de referência nacional e competições que frequentemente reúnem entre 200 e mais de 400 conjuntos (cavalo e atleta).
Além do impacto esportivo, o hipismo possui relevância econômica significativa para a região. Dados do setor indicam que a cadeia produtiva hípica já movimentou cerca de R$ 200 milhões por ano no Distrito Federal, abrangendo criação, leilões, serviços veterinários, escolas de equitação e eventos.
No cenário internacional, o Brasil vive um momento de destaque. O país garantiu vaga entre os Top 10 da Longines League of Nations, ocupando a terceira colocação em 2026, além de manter posição de liderança no ranking da Federação Equestre Internacional (FEI) na América do Sul e Central, com atletas figurando entre os 100 melhores do mundo em diferentes modalidades.
Para o presidente da Federação Hípica de Brasília, Almir Vieira, a Copa de Verão representa mais do que uma competição. “Abrir o calendário esportivo com uma prova desse porte reforça a força do hipismo no Distrito Federal. Temos estrutura, tradição e atletas em constante evolução técnica. O DF é hoje um dos grandes centros da modalidade no país, e eventos como a Copa de Verão impulsionam o desenvolvimento do esporte e a formação de novos talentos”, destaca.
A Copa de Verão é aberta ao público, que poderá acompanhar de perto a técnica, a elegância e a competitividade de um dos esportes mais tradicionais do país.